
A situação dramática que vivem as populações retidas nos campos de Tindouf, na Argélia, é caracterizada pela precariedade das suas condições de vida e sobretudo a instrumentalizaçào política que é feito, tem ocupado um bom lugar na agenda da 57-ème sessão do Comité Executivo do Elevado Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (HCR).
O Marrocos não tem parado a cessação de chamar e atirar a atenção da opinião pública junto às diferentes instâncias internacionais da situação destas populações acercadas e privadas dos seus direitos mais elementares a saber os direitos à protecção, a assistência adequada, a educação adequada das suas crianças, à livre circulação e o regresso voluntário, entre e a direçao do Marrocos.
O Reino, a esse respeito, recordou que o Comité foi, várias vezes, o testemunho das chamadas repetidas pelo Marrocos de modo que cessem" esta situação dos mais anacrónicos e os mais atípicos na história humanitária e de modo que estas populações pudessem beneficiar da protecção e a assistência adequados e que possam decidir, sem nenhum constrangimento pela escolha de regresso ao seu país a fim de contribuir juntos para a continuação da edificação do Marrocos moderno e democrático ".
O Marrocos interpelou igualmente o HCR a propósito da ausência total nos seus documentos oficiais de um dos desenvolvimentos mais importantes desde estes trinta últimos anos sobre esta pergunta, nomeadamente saber a decisão tomada por esta organização e em relaçào ao Programa Alimentar Mundial (PMA) para reduzir à 90.000 pessoas o número de beneficiários nos campos de Tindouf e isto sera feito a partir de Setembro de 2005.
O Marrocos comunicou que a publicação destes documentos é de molde a iluminar o Comité e a opinião pública internacional sobre os obstáculos que não cessam de serem criados pela Argélia para perpetuar uma situação que se tornou insuportável não somente para retidos mas igualmente para a comunidade internacional.
O Reino reiterou igualmente as suas reivindicações para o recenseamento dos retidos de Tindouf, uma diligência que as autoridades do país hóspede recusam categoricamente, vinculando esta questào eminentemente humanitária à considerações políticas.
O Marrocos, a exemplo dos principais países doadores, considera que a ausência de um recenseamento favoreceria a continuação do desvio da ajuda humanitária, tanto mais que vários casos de desvios foram revelados pela imprensa internacional e argelina, bem como as ONG que residiram nos campos.
Fontes:
http://www.corcas.com/
http://www.sahara-online.net/
http://www.sahara-developpement.com/
http://www.sahara-villes.com/
http://www.sahara-culture.com/
http://www.sahara-social.com/
O Marrocos não tem parado a cessação de chamar e atirar a atenção da opinião pública junto às diferentes instâncias internacionais da situação destas populações acercadas e privadas dos seus direitos mais elementares a saber os direitos à protecção, a assistência adequada, a educação adequada das suas crianças, à livre circulação e o regresso voluntário, entre e a direçao do Marrocos.
O Reino, a esse respeito, recordou que o Comité foi, várias vezes, o testemunho das chamadas repetidas pelo Marrocos de modo que cessem" esta situação dos mais anacrónicos e os mais atípicos na história humanitária e de modo que estas populações pudessem beneficiar da protecção e a assistência adequados e que possam decidir, sem nenhum constrangimento pela escolha de regresso ao seu país a fim de contribuir juntos para a continuação da edificação do Marrocos moderno e democrático ".
O Marrocos interpelou igualmente o HCR a propósito da ausência total nos seus documentos oficiais de um dos desenvolvimentos mais importantes desde estes trinta últimos anos sobre esta pergunta, nomeadamente saber a decisão tomada por esta organização e em relaçào ao Programa Alimentar Mundial (PMA) para reduzir à 90.000 pessoas o número de beneficiários nos campos de Tindouf e isto sera feito a partir de Setembro de 2005.
O Marrocos comunicou que a publicação destes documentos é de molde a iluminar o Comité e a opinião pública internacional sobre os obstáculos que não cessam de serem criados pela Argélia para perpetuar uma situação que se tornou insuportável não somente para retidos mas igualmente para a comunidade internacional.
O Reino reiterou igualmente as suas reivindicações para o recenseamento dos retidos de Tindouf, uma diligência que as autoridades do país hóspede recusam categoricamente, vinculando esta questào eminentemente humanitária à considerações políticas.
O Marrocos, a exemplo dos principais países doadores, considera que a ausência de um recenseamento favoreceria a continuação do desvio da ajuda humanitária, tanto mais que vários casos de desvios foram revelados pela imprensa internacional e argelina, bem como as ONG que residiram nos campos.
Fontes:
http://www.corcas.com/
http://www.sahara-online.net/
http://www.sahara-developpement.com/
http://www.sahara-villes.com/
http://www.sahara-culture.com/
http://www.sahara-social.com/
